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Confusão emocional

por vidanapenumbra, em 10.12.13

Dividido entre tres pessoas é algo complicado de gerir, começemos pela mais facil de lidar: «a fardas»; uma pessoa que liga a relações mas o pouco que tivemos era constantemente afetado pelo ex-namorado... neste momento queremos tentar/voltar a sentir os sentimentos de outrora algures no passado.
«Hello kitty»; pessoa pacifica com a qual mantive uma relação muito boa mas que terminou por ir para o estrageiro.... neste momento tentamos que apenas seja amizade (o que não esta a ser facil pelas conversas), inclusivé até estamos com receio de nos encontrar e estraguemos ou passe algo mais que a amizade.
«laranjinha»; uma pessoa que me baralha o cerebro, entre o estamos juntos e no dia a seguir não nos conhecemos, uma pessoa que quer uma relação e depois deixa de querer... para não falar que moramos muito longe um do outro.
Ultimamente tenho-me perguntado.... «Afinal que quero eu? O passado, a tranquilidade ou a loucura do sexo?» «Será só entusiasmo e depois desaparece?»

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publicado às 18:44


Rompimento do namoro...

por vidanapenumbra, em 26.06.13

 

fim

 

 

      Escrevo, pois assim sei que poderas ler e reler os motivos que me levaram a tomar esta atitude

 

      Hoje perguntaram-me então a moça, - ou nas minhas não definições - ” Hello Kitty, Anna montana ou Mar kaliente”; de sorriso forçado respondi “está tudo bem”, depois fui até ao meu cantinho e enquanto me saltavam gotas dos olhos, fazia um questionário a mim próprio, “que se passa?”, “fiz ou disse algo que magoasse?”, “porque não diz nada?”
     Sabes, tenho vindo a observar que estamos cada vez mais longe, não digo fisicamente porque essa parte já sabemos (Portugal – Inglaterra), falo do sentimento que nos unia.
     Talvez seja saudade, talvez seja apenas uma fase, talvez seja precipitação, talvez a pressa de que tudo se defina… não sei. O que posso afirmar com toda a certeza é que tive um grande prazer dividir momentos da minha vida contigo, não pelo sexo (também importante) mas para mim é bem mais importante a outra parte – a alegria e felicidade de estar com uma pessoa e não querer que o tempo passe.
     Lembro-me que no início tive dificuldade em passar as barreiras da minha insegurança. Talvez tenhamos passado rapidamente em etapas como “conhecer, gostar, amizade, namorar e amar”. Talvez tenhamos feito alguma jura de luta contra o tempo
     Engraçado como tudo passa tão rápido, ainda ontem era “tenho saudades tuas”, “amo-te”, depois apenas silêncio de ambas as partes e hoje estamos a terminar o esboço de uma história que de facto não começou.
     Estou a tentar ser o mais franco contigo como sempre tentei ser
     Eu sei que a culpa nunca é solteira e por isso assumo a minha parte desde já.
     Já há alguns dias que reparo o como é cansativo para ti falarmos ao telefone (único meio que temos grátis). Dizes que ficas sem assunto passados 2 min – sabes que aceito mas no fundo não compreendo - podes simplesmente falar da rotina do trabalho, do clima, do acidente que houve na rua etc, quando se quer até o assunto “big brother” serve.
     Sei que (mesmo sem culpa), muito contribui com o meu reboliço de vida, com os meus problemas familiares e as minhas não definições.
     O que poderíamos ter feito diferente? … Nada – o que acontece, acontece por algum motivo e muitas vezes não temos total controlo sobre a nossa vida.
     Talvez devesse ponderar mais? … Provavelmente sim ou não. O que acredito é se nutro algum respeito pela outra parte, o que sinto devo dizer mesmo saindo prejudicado.
     A distância… sim, nunca a devia ter subestimado. Acredito que seja uma das que mais afectou na sensação de afastamento; ritmos de vida diferentes, pouca sincronização talvez…. Enfim tudo serve para justificar o nosso presente talvez inconscientemente esperasse por isso.
     A nossa relação – se assim podemos chamar - é mantida na expectativa de eu voltar, de termos o mesmo sentimento, que fiquemos para sempre mais perto. É óbvio que mais perto é diferente pois o sentimento vai sendo alimentado, mas longe tudo fica desigual e tanto fica por dizer.
     Não é de todo minha pretensão magoar ou exigir o que quer que seja; na verdade gosto demasiado de ti para tal. O que pretendo é que sejas feliz e não vivas sobre as incertezas de outros – talvez, se calhar, pode ser que, se…talvez…se -(neste caso eu cheio de duvidas).
     Só para acabar este longo texto, vou pedir-te dois favores:
     1 -Que me perdoes a cobardia de não o dizer pessoalmente e que um dia (não agora) possamos falar abertamente sobre tudo isto
     1 -Que não mudes o teu perfeito das tuas imperfeiçoes, a tua beleza, sensualidade, inteligência, diversão e protecção, alguém bem mais perto vai merecer isso.

 

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publicado às 17:29


palavras soltas...

por vidanapenumbra, em 17.06.13

Enquanto acendo um cigarro

Viajo no tempo

E como que por magia

Estou perto de ti

 

Passo a mão no teu rosto

Beijo-te no silêncio da noite

Abraço-te e…

Sinto-te junto a mim

 

A beata queima-me os dedos

E volto à dura realidade

Que entre nós estão Oceanos, montanhas

E muitos quilómetros de estrada

 

 O telefone toca…

A tua voz meiga seduz-me

Penso em ti…

Adoro-te…

Fazes-me falta…

 

Saudades dos momentos vividos

Acordar a teu lado e dizer “Bom dia”

Saudade do teu sorriso brilhante

E da alegria de estar a teu lado

 

Até quando aguentaremos?

Será que a distância afectará o sentimento?

 

VNP 10/6/2013

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publicado às 14:40


amor de uma noite??

por vidanapenumbra, em 01.11.09

 

FIFI
Este vai ser o meu primeiro texto aqui no blogue VNP, um desafio que aceitei para partilhar na blogosfera as loucuras, brincadeiras e porque não desilusões… Vou tentar sempre “assinar”, mas assumo que sou um pouco despistado lol.
            Mas vamos ao que interessa…
Ontem, resolvi sair de casa e apanhar uma grande bebedeira, na verdade já esperava por este momento desde o início da semana; pôr de lado por momentos tudo e colocar-me na ala da diversão. Estava tudo preparado mas não correu como planeado, à última da hora “levei com um balde de água fria” a minha companhia desmarcou, mesmo assim resolvi sair nem que fosse sozinho.
Surpreendido o telefona toca para o convite de sair e claro… aceitei. Ora “copos + copos” num café, depois bairro alto e “alegre e bem disposto” até á discoteca. Tenho que confessar que me senti o centro de muitos olhares (nada discretos) mas excelentes para levantar a moral; melhor que isto só o facto de um grupo de espanhóis aproximar-se e não parar de dizer “muy guapo, muy guapo”, socializei de tal forma (dentro dos possíveis, devido ao idioma) e palavra puxa palavra, sentia-me como que devorado em plena pista de dança, não só pelos espanhóis em particular (chamemos-lhe Rodrigo ou “RD”), mas por muita gente que se encontrava naquele recinto, bem o meu ego estava no auge, sentia-me vivo e desejado como à muito não acontecia.
O amigo que me acompanhou à discoteca é que tentava pôr uma certa ordem, mas sem sucesso porque na verdade eu e o RD estávamos a derreter e acabamos por ceder aos “desejos da carne” e ao beijarmo-nos até tivemos direito a palmas. Muitos beijos e carícias e, como o tempo não para chegou a hora das despedidas. Os amigos do RD já fartos de o chamar e esperar; o RD insistia para que fossemos até sua casa, claro que disse não; tinha o meu amigo e não ia deixa-lo sozinho; as lágrimas caíram-me e para que não se apercebesse, limpei-as… fiz-me forte e disse “vai os teus amigos estão a tua espera”, saíram e virei costas e fui ate ao bar, mas quando regressei para junto do meu amigo; ali estava ele, ao que respondi com um sorriso enorme e um magnífico beijo… foi lindo.
Haviam “corações à nossa volta” e depois de muita insistência, fomos lá fora, falei com o meu amigo e supostamente era só para fumar um cigarro e apanhar um pouco de ar fresco, o que na verdade não aconteceu.
Caminhamos e falávamos de coisas banais para que nos pudéssemos conhecer melhor, quando me diz: “É aqui que estou a morar; queres subir?”, subimos e aconteceu aquilo que todos estão a pensar; mas como é óbvio não vou contar pormenores lol.
O tempo passou e nem demos por isso, excepto quando olho para o relógio e reparo que já era tarde; despedimo-nos e numa correria contra o tempo tentei ir até a disco, porque tinha lá deixado o meu casaco no bengaleiro onde estava a carteira (sou mesmo despistado). Tentei sempre ver uma referência no caminho por onde íamos até porque “quem vê caras não vê corações” e nunca se sabe, prevenir é melhor que remediar; estas referências foram uma mais valia no regresso a disco, apesar de me ter perdido no caminho, a sorte foi que cheguei no momento em que estavam a fechar a porta para ligar os alarmes do estabelecimento mas a sorte estava comigo e ainda me deram o casaco que continha a carteira.
O meu amigo, como é evidente, já não estava lá, mas ele tinha o meu telemóvel, então mais uma correria para o local onde estava o carro; os pés já me doíam de tanto caminhar, a certa altura tive que apanhar o bus para aliviar tanto “passeio”, mais uma vez a sorte estava do meu lado, pois assim que avistei o carro, vi também o meu amigo… que alivio… ufa.
Resumindo, não sai com quem havia combinado, não apanhei a bebedeira, mas adorei a noite. O único senão foi: com a pressa de ir buscar as coisas ao bengaleiro e ir ter com o meu amigo, não trocamos números de telefone…oohhh… mas um dia haveremos de nos encontrar e fazer um texto enorme, cheio de love hehe

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publicado às 23:01


Memórias de um passado recente

por vidanapenumbra, em 11.08.09

 

As férias também serviram para relembrar o amor e ver aquelas pessoas que menos esperávamos. Falo concretamente de uma relação (que diga-se de passagem nada fácil). Chamemos-lhe “Andreia”. Lá diz o ditado que “a culpa nunca morre solteira”, e talvez tenha tido culpa (ou não) no terminar desta.
            Na verdade não sei até que ponto se pode considerar “relação”; ambos lutámos (4 meses + IVA) para que assim se mantivesse. A parte dos 4 meses bem juntos dão cerca de 1 e meio e a fracção “IVA” é aquela em que andamos a engonhar até termos uma conversa frontal e dizer “terminou”.
Foi a noite que nos juntou e foi a noite que separou.
Já que falo nisso, nunca cheguei a perceber aquela conversa de “tu foste alvo de muitos jogos aqui dentro”; e na verdade houve muitos acontecimentos nos quais eu até achei que estava a ficar convencido ou andava com a mania da perseguição.
Com tristeza recordo-me como se fosse ontem, da noite em que provocamos admiração, choro e mal-estar em alguns elementos da discoteca por nós frequentada (inclusive em pessoas que estavam a trabalhar e não aguentaram), nessa noite sentir-me usado e confuso porque a “Andreia” olhava nos olhos de quem nos observava “desconsolado” e ria-se como se eu fosse um “troféu”, não satisfeita subiu ao palco da disco com flores e um anel de compromisso; eu no meio daquela situação toda já estava a antever os “capítulos seguintes” e resolvi “esconder-me” mas sempre a ver o que ia acontecer… e quando lá em cima me apresentou como seu namorado eu não estava lá; e acabou por oferecer as flores a uma amiga.
Apercebi-me que havia outros interesses entre eles, amar alguém (acredito); mas ao mesmo tempo que exibia a sua felicidade o objectivo era deitar abaixo outros que num passado a devem ter feito sofrer.
Verdade seja dita que até hoje tenho alguma dificuldade em perceber que tipo de sentimento foi o nosso, terá sido um “jogo”… um sentimento real… uma vingança… ou tudo isso foram apenas coincidências na nossa história? …. Bem não sei, mas pode ser que um dia venha a descobrir a verdade de muitos olhares e atitudes.
Lembro-me com alguma saudade quando passava o dia inteiro (até se tornava “chatinha”) a mandar-me msg’s e a dar dicas do género: “Vai ser uma surpresa como nunca viste”, “Vai ser uma noite muito especial” etc.… e aparecia-me, toda produzida com roupas cheias de brilhantes, que demoravam uma eternidade a fazer, na altura não achava muita piada lol, aliás dizia-lhe muitas vezes que a preferia mais simples sem dar tanto nas vistas. No entanto, era assim que se sentia bem e eu respeitava. Apenas mais tarde (quando rompemos) soube que o fazia para me agradar, pois já havia reparado que algo não estava bem entre nós.
Deixando de falar no que já passou, que isso dava “muito pano para mangas” e não saiamos daqui hoje, quero dizer que entretanto se juntou a outra pessoa, e mais tarde recomeçamos a falar (muito espaçadamente) via telemóvel, e que estas férias sem combinar nada, mais uma vez nos rencontramos… na noite e eu de copo na mão lol.
Soube algumas novidades, que o namoro já havia terminado e que a pessoa que a acompanhava era um pretendente e não iria passar disso mesmo. O mais engraçado (mas sem graça), foi ver o à-vontade com que estávamos que até nos esquecemos do pretendente no bar lol
Não foi com a mesma intensidade e cumplicidade de outrora, mas gostei muito...
É impossível fazer com que no presente os sentimentos sejam iguais aos do passado…
Por outras palavras “É impossível fazer o tempo voltar atrás”

 

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publicado às 02:34


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