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Como se não houvesse amanha

por vidanapenumbra, em 08.10.10

    

alcool

 

 

 

     Hoje fui com a minha mãe resolver questões relacionadas com seguros e advogados; a conversa não correu conforme o previsto. Estávamos doídos pois a advogada já tinha recebido o dinheiro da indemnização na conta dela à mais de um mês. Isto aconteceu porque a minha mãe lhe passou uma procuração de plenos poderes onde estava indicado a conta da “defensora”; a minha progenitora não reparou neste pormenor mas acredito que isto vá levar uma volta pois esta mediadora agiu de má fé.

 

     Bem depois de tanto stress, era merecido uma saída para descontrair. Fui ter com um dos meus amigos e ai fomos para a noite. Estávamos animados e resolvemos beber absinto. Não sei que se passou mas eu apaguei-me completamente.

     Segundo os meus amigos eu disse que ia ao wc e nunca mais me viram. Pois a partir daqui também deixei de ver o que quer que fosse. Fui encontrado fora da discoteca, deitado no meio do chão.

 

     Recordo-me de “abrir os olhos” e ver pessoas tipo vultos, que tentavam perceber o que eu dizia e obrigando-me a falar o que foi a minha sorte… a estas pessoas o meu sincero obrigado. Entretanto aparecem os meus amigos e as pessoas que me estavam ali a aturar perguntaram-lhe se era o amigo (XXX), respondeu que sim e que não se preocupassem que ele tratava de me levar para casa. E assim que estava apoiado nos seus ombros, voltei a apagar-me ate ao dia seguinte.

     Moral da história, não me lembro de ter bebido o 3ºcopo a penalty, não me lembro de dizer que ia ao wc, não me lembro de ter pago o cartão, não me lembro como fui parar a rua e quanto tempo lá estive. A verdade é que não tinha o cartão da disco nem a nota de 20eur, por isso posso presumir que paguei na saída.

 

     Relativamente ao apagão de memoria das duas uma, ou meteram qualquer coisa na bebida ou fiquei bêbado demasiado rápido. Como por norma isto não me acontece, pois quando vejo que chego ao meu limite paro; o meu cérebro desligou mas manteve-se em alerta o que fez que ainda conseguisse dizer o nome do meu amigo e responder (muito enrolado) a algumas questões das jovens que me ajudaram. Quando o meu amigo chegou e o meu cérebro assimilou que era ele e já estava em segurança desligou-se do modo “alerta”.

 

     Assim não me lembro de ter ido como “saco de batatas”, não me lembro dos meus amigos terem parado e me trancarem no carro, no entanto o estado alerta ligou-se quando cheguei a casa do meu amigo (e não só), apesar de estar meio torto tentei não fazer muito barulho ou evitar ir contra as coisas. O meu modo “alerta” desligou-se quando cai na cama.

 

VNP

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publicado às 23:44


amor de uma noite??

por vidanapenumbra, em 01.11.09

 

FIFI
Este vai ser o meu primeiro texto aqui no blogue VNP, um desafio que aceitei para partilhar na blogosfera as loucuras, brincadeiras e porque não desilusões… Vou tentar sempre “assinar”, mas assumo que sou um pouco despistado lol.
            Mas vamos ao que interessa…
Ontem, resolvi sair de casa e apanhar uma grande bebedeira, na verdade já esperava por este momento desde o início da semana; pôr de lado por momentos tudo e colocar-me na ala da diversão. Estava tudo preparado mas não correu como planeado, à última da hora “levei com um balde de água fria” a minha companhia desmarcou, mesmo assim resolvi sair nem que fosse sozinho.
Surpreendido o telefona toca para o convite de sair e claro… aceitei. Ora “copos + copos” num café, depois bairro alto e “alegre e bem disposto” até á discoteca. Tenho que confessar que me senti o centro de muitos olhares (nada discretos) mas excelentes para levantar a moral; melhor que isto só o facto de um grupo de espanhóis aproximar-se e não parar de dizer “muy guapo, muy guapo”, socializei de tal forma (dentro dos possíveis, devido ao idioma) e palavra puxa palavra, sentia-me como que devorado em plena pista de dança, não só pelos espanhóis em particular (chamemos-lhe Rodrigo ou “RD”), mas por muita gente que se encontrava naquele recinto, bem o meu ego estava no auge, sentia-me vivo e desejado como à muito não acontecia.
O amigo que me acompanhou à discoteca é que tentava pôr uma certa ordem, mas sem sucesso porque na verdade eu e o RD estávamos a derreter e acabamos por ceder aos “desejos da carne” e ao beijarmo-nos até tivemos direito a palmas. Muitos beijos e carícias e, como o tempo não para chegou a hora das despedidas. Os amigos do RD já fartos de o chamar e esperar; o RD insistia para que fossemos até sua casa, claro que disse não; tinha o meu amigo e não ia deixa-lo sozinho; as lágrimas caíram-me e para que não se apercebesse, limpei-as… fiz-me forte e disse “vai os teus amigos estão a tua espera”, saíram e virei costas e fui ate ao bar, mas quando regressei para junto do meu amigo; ali estava ele, ao que respondi com um sorriso enorme e um magnífico beijo… foi lindo.
Haviam “corações à nossa volta” e depois de muita insistência, fomos lá fora, falei com o meu amigo e supostamente era só para fumar um cigarro e apanhar um pouco de ar fresco, o que na verdade não aconteceu.
Caminhamos e falávamos de coisas banais para que nos pudéssemos conhecer melhor, quando me diz: “É aqui que estou a morar; queres subir?”, subimos e aconteceu aquilo que todos estão a pensar; mas como é óbvio não vou contar pormenores lol.
O tempo passou e nem demos por isso, excepto quando olho para o relógio e reparo que já era tarde; despedimo-nos e numa correria contra o tempo tentei ir até a disco, porque tinha lá deixado o meu casaco no bengaleiro onde estava a carteira (sou mesmo despistado). Tentei sempre ver uma referência no caminho por onde íamos até porque “quem vê caras não vê corações” e nunca se sabe, prevenir é melhor que remediar; estas referências foram uma mais valia no regresso a disco, apesar de me ter perdido no caminho, a sorte foi que cheguei no momento em que estavam a fechar a porta para ligar os alarmes do estabelecimento mas a sorte estava comigo e ainda me deram o casaco que continha a carteira.
O meu amigo, como é evidente, já não estava lá, mas ele tinha o meu telemóvel, então mais uma correria para o local onde estava o carro; os pés já me doíam de tanto caminhar, a certa altura tive que apanhar o bus para aliviar tanto “passeio”, mais uma vez a sorte estava do meu lado, pois assim que avistei o carro, vi também o meu amigo… que alivio… ufa.
Resumindo, não sai com quem havia combinado, não apanhei a bebedeira, mas adorei a noite. O único senão foi: com a pressa de ir buscar as coisas ao bengaleiro e ir ter com o meu amigo, não trocamos números de telefone…oohhh… mas um dia haveremos de nos encontrar e fazer um texto enorme, cheio de love hehe

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publicado às 23:01


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